Um dos meus melhores Secretários, o Professor José Lemos, mandou-me uma análise do meu período de governo em relação ao PIB estadual. Escreveu “Veja em anexo que o amigo tem motivos de sobra para sentir que cumpriu bem a sua missão de bem governar o nosso Estado. Apesar da dívida e de toda carga midiática e caluniosa, os resultados sairam. Como digo no texto ao final das tabelas, eles não podem ficar apenas para o nosso consumo. Os maranhenses precisam conhecê-los. Cumprimentos e forte abraço. Lemos”Vi também o esforço dos que fazem o jornal da oligarquia tentando diminuir o avanço do estado para gerar riqueza após o reinado dos Sarney. Um excelente editorial do Jornal Pequeno, do domingo dia 16, coloca muito bem a questão: “A alvissareira notícia do crescimento de 5% do Produto Interno Bruto do Maranhão de 2006 em relação a 2005, atingindo a marca de R$ 28,621 bilhões contra R$ 25, 335 bilhões em 2005, repõe realidades e diferenças entre o que foram os governos Roseana Sarney e José Reinaldo Tavares.
Os que ainda têm memória lembram que Roseana, em mais um lance de delírio administrativo, inexplicavelmente ordenou o desmonte do Sistema Estadual de Agricultura, praticamente alijando o setor primário da economia maranhense. Uma verdadeira loucura.
Lembram também o esforço do governador José Reinaldo Tavares para reconstruir esse sistema, principal força da economia, e que durante os 8 anos de governo de sua antecessora ficou relegado a plano nenhum, transformando em verdadeiro inferno a vida do homem do campo e entregando imensas vastidões de terra à especulação imobiliária. Sem contar que tão temerária decisão, inevitavelmente, imobilizaria os outros setores econômicos do estado.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, (IBGE) num trabalho meticuloso e responsável, vem nos dizer, agora, que o PIB maranhense cresceu acima das médias do Brasil e do Nordeste. E, mais ainda, que o Maranhão apresentou um crescimento de 60,5% em sua renda per capita ao longo da série de 2002 e 2006, mantendo a tendência de crescimento acima das médias do Nordeste e do Brasil... A agricultura, a pecuária, a pesca e extrativismo mineral são segmentos do setor primário de importância vital para o Maranhão, e mais vital ainda para a sobrevivência das populações mais empobrecidas do país. O desmonte da agropecuária maranhense foi, portanto, o maior crime do governo Roseana, além de uma extremada crueldade.”
Isso, sem falar no abandono irresponsável da educação, pois em 2002, não havia ensino médio em 158 municípios e a escolaridade média do maranhense era de 4,3 anos. Hoje, graças a um esforço gigantesco, temos ensino médio em todos os 217 municípios e a escolaridade média ultrapassou os 6 anos. Tudo isso contribuiu para manter a pobreza e jogar a renda per capita para baixo.
O PIB dobrou entre 2002 e 2006. Em números redondos, de R$ 14 bilhões para quase 29 bilhões. É como o Maranhão se soltasse das amarras e dobrasse de tamanho em apenas 4 anos. Um feito, apesar da dívida gigantesca e irresponsável que nos obrigava a pagar R$ 50 milhões por mês, do boicote econômico do governo Lula por interferência de Sarney (nem Ministro podia vir aqui) e do crime feito contra os maranhenses, quando impediram que a siderúrgica viesse para cá.
Já pensaram se tivéssemos recebido o que recebeu o Piauí do governo federal? E se tivesse vindo para cá a usina siderúrgica, impedida pela oligarquia? Teríamos dado um salto. Eles precisam deixar de usar o poder e o prestígio que detêm no governo Lula, para atrasar e atrapalhar o crescimento do estado. Mas um dia isso acaba e não está longe!
Nosso crescimento se deveu ao esforço do governo, da sociedade maranhense e dos empresários. Além, é claro, dos muitos técnicos abnegados do governo, entre os quais os da CAF, da excelente administração de nossas finanças e do nosso orçamento feita por Simão Cirineu, do rigor técnico e da competência de José Azollini e do pessoal da Fazenda, enfim dos excelentes Secretários e Secretárias que tive e da garra das equipes técnicas.
Quando assumi o governo, arrecadávamos R$ 68 milhões por mês. Quando saí, esse valor tinha crescido para R$ 220 milhões/mês, o que nos permitiu trabalhar.
A restruturação do sistema da agricultura e o combate a febre aftosa recuperou a agricultura e a pecuária e permitiu esse grande crescimento. Os dados divulgados pelo IBGE não deixam dúvidas: o acréscimo do volume do valor adicionado no Maranhão por setor econômico foi: Agricultura 7,5%; Indústria 4,5% e Serviços 4,1%. Para não deixar dúvidas, fomos o 8° colocado no Brasil na Agricultura; na Indústria, tivemos o 11° crescimento; e nos Serviços, ficamos em 19° lugar. No geral temos o 16° lugar do Brasil entre os 27 estados.
O crescimento continua com Jackson Lago e, se vierem os empreendimentos prometidos, nosso estado irá se colocar entre os dez maiores PIB do país.
Valeu, Maranhão!
Na verdade somos admiradores de todos que fizeram e pretendem fazer desse estado um lugar melhor de viver.
ResponderExcluirFora Sarneys.